Eu falei da felicidade de estar vivo para poder desfrutar dessa alegria.
E principalmente, agradeci a Deus por tudo isso.
Afinal de contas ser avô é tudo de bom.

Encontro mensal ao ar livre
Dia 14/04/2012 (Sábado) - às 10 horas
Local: Campo de São Bento
Entrando pela rua Roberto Silveira, a esquerda (próximo a Santa).
Olá pessoal!!!
Nossa reunião este mês será antecipada para o 2º sábado do mês, e será de maneira diferente. Faremos um Encontro no Campo de São Bento onde além de nos encontrarmos e conversarmos, distribuiremos alguma material de divulgação sobre a Doença de Parkinson e o GAP. Assim estaremos realizando um evento pelo Dia Internacional de Conscientização da Doença de Parkinson (11 de Abril)
Enfim, nossa reunião esse mês será a céu aberto, e também aberta a quem chegar...
As primeiras sensações vieram acompanhadas de uma tristeza. Junto com ela a dificuldade em articular as palavras com clareza. A dificuldade na comunicação contribuiu para um isolamento e uma tristeza cada vez maior. Resumindo: vivia no automático.
Era como se estivesse descendo uma ladeira sem freio. Com muito medo de cair, mas sem vontade para fazer nada.
Junto com esse turbilhão de sentimentos começo a notar algumas mudanças nos movimentos do meu corpo. O braço e a mão esquerda se comportavam diferente.do lado direito. Era um incomodo que só eu sentia, só eu percebia. Um descompasso que crescia cada vez mais. Um descompasso que mexia com a minha vida e me fez procurar um médico.
Começou aí uma peregrinação. Um ortopedista, afinal os movimentos da mão e braço esquerdo estavam cada vez mais difíceis. Diagnóstico: sídrome do túnel do carpo. Resultado: fisioterapia ou então – cirurgia.
O incomodo aumentava. Daí vieram o neurologista e o neurocirurgião. E mais uma vez, um diagnóstico errado. Eu deveria usar um colar cervical ou até mesmo colocar uma placa de metal na coluna.
Cirurgia, não. Que tal buscar uma outra opinião. Um outro neurocirurgião. Outro exame e ele diz:
_Você tem um desgaste na sexta vértebra, mas não é caso de cirurgia. Porém eu vejo sintomas do mal de Parkinson. Procure um neurologista.
Marquei consulta e passei por novos exames. Diagnóstico: Mal de Parkinson. As palavras do médico se perderam no tempo. “Fugiram” da memória. O que ficou de lembrança daquele dia no final de outubro de 2008 foi:
_ “Não se preocupe, disso você não morre”. Essas foram as palavras finais do médico ao se despedir de mim na porta do consultório.
E agora! O que fazer!




– Neste episódio, Amanda, Tiago, Valentina e Victor fazem um passeio pelo Rio do século XVIII, começando no centro histórico e descendo as ladeiras do Morro do Castelo. Pelo porto, local estratégico nas rotas comerciais do Atlântico Sul, era escoado o ouro extraído nas Gerais, conferindo ao Rio seu papel de centro econômico e administrativo da América portuguesa. Acompanhados pelo Mestre do Tempo (Sávio Moll), os jovens visitam o Paço Imperial, o Convento de Santo Antônio, a Igreja de São Francisco, os Arcos da Lapa, o Largo da Carioca, as ruas Uruguaiana e Sete de Setembro, a Praça XV e o bonde de Santa Teresa.
- Dia Internacional da Doença de